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terça-feira, 4 de setembro de 2012
Encontrado Açúcar Em Torno de Estrela Jovem
Vejam que interessante é o universo em que vivemos: foi encontrado açúcar em torno de uma estrela Jovem. Alás, os cientistas descobriram também que há água e álcool em algumas nebulosas. Não há como não pensar numa Unidade da Vida.
O artigo abaixo foi publicado no site "Inovação Tecnológica".
O artigo abaixo foi publicado no site "Inovação Tecnológica".
Descoberto açúcar em torno de estrela jovem
Astrônomos descobriram moléculas de glicoaldeído - uma forma simples de açúcar - no gás que circunda uma estrela binária jovem, com massa semelhante à do Sol, chamada IRAS 16293-2422. Esta é a primeira vez que açúcar é descoberto no espaço em torno de uma estrela desse tipo.[Imagem: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/L. Calçada (ESO) & NASA/JPL-Caltech/WISE Team]
Açúcar espacial
Usando o telescópio móvel ALMA(Atacama Large Millimeter/submillimeter Array) uma equipe de astrônomos descobriu moléculas de açúcar no gás que rodeia uma estrela jovem semelhante ao Sol.
Esta é a primeira vez que açúcar é descoberto no espaço em torno de uma estrela tipo solar.
Segundo a equipe, a descoberta demonstraria que os chamados "blocos constituintes da vida" se encontram no local certo, no momento certo, de modo a serem incluídos em planetas que estejam se formar em torno da estrela.
"No disco de gás e poeira que circunda esta estrela recém-formada encontramos glicoaldeído, uma forma de açúcar simples não muito diferente do açúcar que pomos no café," explica Jes Jorgensen (Instituto Niels Bohr, Dinamarca), o autor principal do artigo científico que descreve estes resultados. "Esta molécula é um dos ingredientes na formação do RNA, que - tal como o DNA, ao qual está ligado - é um dos blocos constituintes da vida."
Glicoaldeídos
Os astrônomos descobriram moléculas de glicoaldeído - uma forma simples de açúcar - no gás que circunda a estrela binária IRAS 16293-2422.
Açúcar é um nome genérico para uma série de pequenos hidratos de carbono, moléculas que contêm carbono, hidrogênio e oxigênio, tipicamente com uma razão atômica hidrogênio:oxigênio de 2:1, como a água.
O glicoaldeído tem a fórmula química C2H4O2. O açúcar utilizado normalmente na comida e bebida é a sacarose, uma molécula maior que o glicoaldeído e outro exemplo desse tipo de compostos.
Glicoaldeídos já tinham sido observados anteriormente no espaço interestelar.
Mas esta é a primeira vez que o composto é descoberto tão perto de uma estrela do tipo solar, a distâncias comparáveis à distância de Urano ao Sol, no Sistema Solar.
Esta descoberta mostra que alguns dos componentes químicos necessários à vida existiam neste sistema na altura da formação planetária.
Impressão artística de moléculas de glicoaldeído, mostrando a estrutura molecular deste composto (C2H4O2). Os átomos de carbono estão representados em cinza, os de oxigênio em vermelho e os de hidrogênio em branco. [Imagem: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/L. Calçada (ESO)]
Vida nas estrelas
"O que é verdadeiramente excitante acerca dos nossos resultados é que as observações do ALMA revelaram que as moléculas de açúcar estão caindo em direção a uma das estrelas do sistema," diz a membro da equipe Cécile Favre (Universidade de Aarhus, Dinamarca). "As moléculas de açúcar não só se encontram no local certo para encontrarem o seu caminho até um planeta, estão também deslocando-se na direção correta."
As nuvens de gás e poeira que colapsam para formar novas estrelas são extremamente frias, e muitos gases solidificam sob a forma de gelo sobre as partículas de poeira, onde vão se juntando para formar moléculas mais complexas - elas encontram-se geralmente a cerca de 10 graus acima do zero absoluto, cerca de -263 graus Celsius.
Mas, assim que uma estrela se forma no meio de uma nuvem de gás e poeira em rotação, esta aquece as regiões internas da nuvem para algo parecido com a temperatura ambiente da Terra, evaporando as moléculas quimicamente complexas e formando gases que emitem uma radiação característica em ondas de rádio, ondas estas que podem ser mapeadas com a ajuda de potentes radiotelescópios, como o ALMA.
Complexidade da vida
A IRAS 16293-2422 situa-se a cerca de 400 anos-luz de distância, relativamente próximo da Terra, o que a torna num excelente alvo para os astrônomos que estudam as moléculas e a química em torno de estrelas jovens.
Usando o poder de uma nova geração de telescópios, tais como o ALMA, os astrônomos têm agora a oportunidade de estudar os detalhes das nuvens de gás e poeira que estão formando sistemas planetários.
A alta sensibilidade do ALMA - mesmo nos comprimentos de onda mais curtos nos quais opera e por isso tecnicamente mais difíceis - foi indispensável nestas observações, que foram executadas com uma rede parcial de antenas durante a fase de verificação científica do observatório - a construção do ALMA só estará completa em 2013, quando as 66 antenas de alta precisão estiverem completamente operacionais.
"A grande questão é: qual a complexidade que estas moléculas podem atingir antes de serem incorporadas em novos planetas? Esta questão pode dizer-nos algo sobre como a vida aparece noutros locais e as observações do ALMA serão vitais para desvendar este mistério," conclui Jes Jorgensen.
Bibliografia:
Detection of the simplest sugar, glycolaldehyde, in a solar-type protostar with ALMA
Jes K. Jørgensen, Cecile Favre, Suzanne E. Bisschop, Tyler L. Bourke, Ewine F. van Dishoeck, Markus Schmalzl
The Astrophysical Journal Letters
Vol.: To appear
http://www.eso.org/public/archives/releases/sciencepapers/eso1234/eso1234a.pdf
Detection of the simplest sugar, glycolaldehyde, in a solar-type protostar with ALMA
Jes K. Jørgensen, Cecile Favre, Suzanne E. Bisschop, Tyler L. Bourke, Ewine F. van Dishoeck, Markus Schmalzl
The Astrophysical Journal Letters
Vol.: To appear
http://www.eso.org/public/archives/releases/sciencepapers/eso1234/eso1234a.pdf
sábado, 1 de setembro de 2012
Mensagem
" Tudo o que somos é resultado do que nós pensamos no passado. Tudo o que somos se baseia em nossos pensamentos e é formado por nossos pensamentos. Se alguém fala ou age com pensamento puro, a felicidade o acompanha assim como sua própria sombra, que nunca se afasta dele."
O DHAMMAPADA
terça-feira, 10 de julho de 2012
NASA vai procurar portais magnéticos em torno da Terra
Impressão
artística de duas anãs vermelhas tipo M4 orbitando uma em torno da outra a cada
2,5 horas, algo que as teorias consideravam impossível.[Imagem: J.
Pinfield/RoPACS]
Pontos-X
Os "portais" estão entre os temas
favoritos da ficção científica.
Portais
seriam aberturas extraordinárias, no espaço ou no tempo, permitindo conectar os
viajantes a reinos distantes e inalcançáveis mesmo pelas naves imaginárias das
histórias e dos filmes.
Um
bom portal seria como um atalho, uma porta para o desconhecido - se eles
realmente existissem...
Acontece
que um tipo especial de portal de fato existe, e um pesquisador da Universidade
de Iowa, nos Estados Unidos, financiado pela NASA, acaba de descobrir como
encontrá-los.
"Nós
os chamamos de pontos-X, ou regiões de difusão de elétrons," explica o
físico Jack Scudder.
"São
lugares onde o campo magnético da Terra se conecta ao campo magnético do Sol,
criando um caminho ininterrupto que conecta nosso próprio planeta à atmosfera
do Sol, a 149 milhões de quilômetros de distância," explica ele.
Portais magnéticos
As
observações das sondas espaciais Themis, da NASA, e Cluster, da ESA,
sugerem que estes portais magnéticos abrem e fecham dezenas de vezes por dia.
Eles
estão localizados a algumas dezenas de milhares de quilômetros da Terra, onde o
campo geomagnético encontra o vento solar.
A
maioria dos portais magnéticos é pequena e de curta duração, mas alguns são
enormes e sustentados.
Toneladas
de partículas energéticas podem fluir através das aberturas, aquecendo a
atmosfera superior da Terra, causando tempestades geomagnéticas e belíssimas
auroras polares.
A
NASA já tinha nos planos uma missão, chamada "MMS" (Magnetospheric Multiscale), para
estudar o fenômeno.
Serão
quatro sondas voando em formação, dotadas de detectores de partículas
energéticas e sensores magnéticos, para tentar rastrear os portais magnéticos e
tentar estudá-los.
Mas
ainda restava um problema: como encontrar esses portais magnéticos, invisíveis
e extremamente fugazes.
Foi
esse enigma que o Dr. Scudder acabou de solucionar.
Agora
os cientistas não vão mais ficar procurando a esmo pelos portais magnéticos;
eles já sabem exatamente como encontrá-los. [Imagem: NASA]
Mapa do portal
Apesar de invisíveis e instáveis, os portais
magnéticos possuem uma espécie de "poste de sinalização", segundo o
pesquisador, um conjunto de indicadores que indica seu endereço com precisão.
Os portais se formam através de um processo chamado reconexão magnética, mesclando linhas de
força magnéticas do Sol e da Terra, que se cruzam e se juntam para criar as
aberturas.
"Os pontos-X são onde ocorrem os cruzamentos.
A súbita junção de campos magnéticos pode impulsionar jatos de partículas
carregadas a partir de cada ponto-X, criando uma 'região de difusão
eletrônica'," explica o pesquisador.
Usando dados da sonda espacial Polar, que estudou a
magnetosfera terrestre nos anos 1990, Scudder conseguiu identificar diversos
pontos-X, que nunca haviam sido "vistos" aparentemente porque ninguém
havia procurado por eles.
"Usando dados da missão Polar, encontramos
cinco combinações simples de campos magnéticos e partículas energéticas que nos
dizem quando estamos defronte um ponto-X, ou uma região de difusão de elétrons.
Uma única nave, com os instrumentos adequados, pode fazer essas medições e
encontrar um portal," explica.
Naves em alerta
Isto significa que cada uma das sondas da
constelação MMS poderá encontrar portais e, tão logo localize um, alertar as
outras naves da constelação.
Como são linhas magnéticas que se estendem pelo
espaço, é importante efetuar medições de vários pontos, a fim de compreender a
abertura dos portais e como funciona a aceleração das partículas que entram por
eles, comparando sua trajetória e velocidade com a trajetória e velocidade de
partículas que seguem a rota "normal", fora do portal.
A fórmula para calcular o "CEP dos portais
magnéticos" também significa que, em vez de ficar anos tentando localizar
os portais, a missão MMS poderá começar a estudá-los tão logo chegue ao espaço,
o que deverá acontecer em 2014.
É um roteiro digno dos melhores portais da ficção
científica, só que, neste caso, os portais são reais.
Artigo retirado do site: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=portais-magneticos&id=010130120710&ebol=simsegunda-feira, 9 de julho de 2012
VOCÊ GOSTARIA QUE HOUVESSE UM NOVO CURSO DE INICIAÇÃO À TEOSOFIA?
Aos interessados no Curso de Iniciação à Teosofia (gratuito)
Primeira turma do Curso de Teosofia
Começamos Regina Medina e eu, Zarifa Mattar (com muita alegria) e agora somos um colegiado responsável por sua existência, com mais o Roberto Paula, o Ailton e a Angela Correa.
Devido ao pouco interesse que temos percebido, alguns de nós questionam a utilidade de sua continuidade. Por conta disto, nos reuniremos esta semana e decidiremos se faremos uma 6a. edição a começar neste segundo semestre, em agosto, mesmo dia e horário, ou se o encerramos.
Caso você tenha interesse ou saiba de alguma pessoa que o tenha, por favor, se manifeste através do email zarifam@gmail.com. Havendo número, haverá curso.
Um abraço!
Zarifa.
sexta-feira, 6 de julho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Palestra sobre a Grande Fraternidade Branca nesta segunda, 25 de junho
“OS GRANDES SERES E A FRATERNIDADE
BRANCA”
Palestra de Sergio de Moraes, na sede da Sociedade
Teosófica no Brasil .
dia 25 de junho, às 18h. Aula do Curso de Introdução
à Teosofia aberta ao público.
Rua 13 de maio, no. 13 - Entrada Franca no auditório do 8º. Andar.
Sergio de Moraes é aeronauta e
comandante de aviação, ocupando no momento o cargo de vice-presidente da
Sociedade Teosófica no Brasil.
Você será bem-vindo!
Um abraço,
Zarifa Mattar.
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